1 de set. de 2025
5 de ago. de 2025
3 de jul. de 2025
INTERNET :: FICÇÃO
Estou há anos entendendo e fazendo da internet uma obra de ficção. E não tem cabimento nessa "pós verdade" ser atingido gravemente por algo completamente sofisticado ( = falsificado!).
As redes sociais são a frutificação de uma tecnologia (artifício) aplicada à comunicação (com.promisso zero com a verdade!)
e a persona (n'EGO + SUPER'e'o'EGO).
Portanto é tudo artifício,
é tudo virtual, tudo ficção, tudo arte.
Não pode ser assimilado como o real... Na realidade, em realidade...
Esperar realidade de algo artificial é bastante inadequado!
🎶
11 de fev. de 2025
na máquina
°
penso sério,
releio
Zygmunt escreveu?:
o individualismo aflora quando vivemos numa situação de precariedade.
Em relacionamentos inconsistentes, de soltos sentimentos, raros consentimentos.
Numa contingente coletividade, num ambiente instável,
do pouco,
do insuficiente, precário.
E é o óbvio, o destinar de dados
herdados, lidados acasos
que não nos foram dados.
TERRITÓRIO
pouco, insuficiente; escasso.
instável; incerto, contingente, inconsistente.
SER
Instantâneo, líquido.
Volátil e
na máquina – sendo fluído.
– remediável, porém marcado
pela precariedade!
☁️
🎶
[se é a
Modernidade Líquida
leve – ágil – fluída
SEGUE O BARCO
sem planos, a todo pano
pela chuva]
[Interessante que Bauman
é literalmente O Homem do Baú...]
50
10 de fev. de 2025
Ou.sadia
50
Essa Nepomídia não dá sossego ao povo,
enfim quase de bucho cheio!
Nem sossego e nem informação da realidade...
Desaponta e desapita!
Retorcem as manchetes, as legendas,
o corpo das reportagens
ao ponto de peidar podres injustiças.
Pauta na balança conveniência,
e oportunista puxa-saquismo.
Com a informação entregue ao virtual,
não podemos contar com bons professores de história
e são poucos os influenceres de política
genuína... Ou sadia.
Resta-nos a estátua da justiça tatuada
de "perdeu, mané!" calada, na foto
revirada em meme, indistinta!
20 de ago. de 2023
É
I
as coisas sensíveis, as pessoas apaixonadas,
tudo se junta num corpus, único
A estranha música que se forma
se reforma em memória e vulto,
no perfume dos ausentes.
É nessa flora o instante
mais alargado e profundo,
em sentimentos
onde somente o amor
Pode acariciar.
É essa melodia pura mostrando
o quanto é
de nossa natureza íntima e,
o tecido que se fez no cotidiano
e sem método,
numa única forma
de caminhar firme
e manter a ciência viva
da vida de viver vivendo.
Esse tato e emoção
do profundo sentido
é o melhor movimento
15 de mar. de 2018
11 de fev. de 2018
as.minhas.veias
29 de nov. de 2017
7 de jun. de 2017
Inoportuno
Foi assim que levaram Gumé pra comer dobrado. Sem luta nem dó. Abrindo a favela num falar danado, naquele mundo de piado que só domingo favorecia.Luz do dia, pingo e mei de escaldar quengo, mas, num gingar de manequim de moda, bermuda surf e regata azul que era seu terno, no grito e no cano do revólver comum de autoridade tão bruta; Gumé ia.Cadê o motivo que não lhe deram? Explicado é coisa pra quem tem mídia, aquilo lá num tinha não. Era no mote da cor e da queixa é crime, ao de mirar no sujeito que cabe no de acho... Bole bole novela.Na Casa dele José Gustavo era um homem, no fazer bico e lavar carro era o maior, enchia as panela e ainda dava de comer a quem pedisse.A mãe chorava - pai nunca teve, os irmão com fome e num apareceu um fiidedeus pra cobrar justiça, sentença que fosse merecida. Quem levou ele, à paisana, nem nome tinha.Passou seis dias no sumido, no chamar, lá, de malandro o povo dizia. Acharam o inchado corpo no lixão com uma ruma de bala.
¶ O caótico cotidiano espelha a guerra autoridade.
¶ Suor e sangue da plebe pagam os salários dos donos do mundo.
¶ É requisito da ordem manter o caos como álibi.
¶ Quem arranhou o carro do milico foi seu próprio futuro genro, aquele que largou sua filha com três mês de bucho, moça nova sem nem 15 primaveras.
25 de ago. de 2016
Reticular o Banal
22 de mar. de 2016
ACALMA
18 de nov. de 2015
16 de nov. de 2014
22 de mai. de 2014
Auscuta
5 de nov. de 2013
Velo. Volante. Veloz.
A história da arte era minha literatura juvenil e eu acompanhava tudo o que se passava no cenário da arte mundial. Assinava as principais revistas de arte da época: Arte News [Americana] e a Galeria [São Paulo, Brasil] q depois passou a se chamar Guia das Artes. Era um autodidata tecnicamente como pintor, porém, me esforçava profundamente para conhecer o mercado de arte mundial. Isso já era então uma decisão profissional, apesar de minha pouca idade.
Nesse final dos anos 80 e inicio da década de 90 a arte mundial fazia da citação e da ironia com a própria arte o último grito, e suspiro, do que na história da arte denominamos de pós-modernidade; ser pós-moderno era um timbre para artistas e galerias... Tinha inclusive um niilismo que rotulava o que era ‘novo’ de pós-vanguarda. Nisso, no mercado de arte o que era denominado Arte Abstrata, Arte POP, Nova Figuração, Grafite, Arte Conceitual, Performance, As instalações, Artes com o corpo, etc. já estavam plenamente estabelecidos e aceitos, por vezes até saturados, nesse mesmo mercado. O novo realmente, para um futuro, eram as Artes Digitais, Novas Mídias e Tecnologias Interligadas.
Minha produção nesse período não escapava da citação, eu era POP de um jeito Naïve: Marcel Duchamp; Andy Warhol e sua Factory; Maria do Santíssimo; e suas respectivas legendas, vibravam no meu conceito geral de influentes, e ao mesmo tempo eu experimentava uma nova des’figuração embebida do trabalho de Leonardo, Francis Bacon (O pintor) e Gerard Richter, mestres da minha disciplina Retratos. Invenção; arte primitiva; e toda tradição da pintura oriental e ocidental rondavam o meu recado.
As formulações e engrenagens da arte contemporânea estão abertas para todo tipo de experiências formais e especulações comerciais. Geralmente pouco material e extremamente conceito, ideia e virtualidade, ela mantem firme o choque com os caprichos do desejo e da posse.
[Esse post foi feito especialmente para os alunos do curso de Arquitetura da Universidade Potiguar, colegas de Túlio Mércio, também grande talento da arte deste rico Vale.] + [Visa analisar por 3 décadas o trabalho de um artista e suas referentes fases.] + [ Fico a disposição em esclarecer dúvidas inerentes a cronologia das obras e outras especulações formais...] + [... neste Aerostato estão todos os links relativos as minhas ações neste nosso infinito CyberEspaço.] = [Abraço-lhes!]







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