16 de jan de 2009

AEROSTATO 77
Arte no homem do vale
renatodemelomedeiros@gmail.com

Existe, por enquanto, todo esse tempo para a politicagem.
As eleições têm sempre esse jogo tão sujo, o recado é mínimo.
Existe um hábito, muito saudável e louvável, de calcular a produção de carbono de vários tipos de eventos: haves, programas de TV, festas de aniversários(de pessoais legais e conscientes), festivais, feiras de livros, filmes, etc. Durante a nossa vida, nosso consumo produz uma quantidade pouco agradável de carbono solto na atmosfera, agravando o já muito conhecido efeito estufa, aquecimento global. O uso de energia na manutenção da estrutura, dos indivíduos, solta no céu aquela fuligem como a dos veículos, é o pum sócio-ambiental. Pensando numa perspectiva de futuro diminuímos o gasto supérfluo de combustíveis fosseis, energias não renováveis, poluentes em geral. Esses eventos, por exemplo, fazem esse calculo para compensar o planeta com o plantio de árvores. A ação é chamada, CarbOno Zero! Vi num site de corridas de bike, vi no programa Um Pé de Quê? de Regina Case, vi na festa de casamento de Mauricio e Ângela, faço isso na minha casa-laboratório, faça na sua... é prático. Entre no site da Futura e aplique seu consumo a contrapartida na plantação de árvores, na utilização dos recursos com elegância, sem lixo é luxo. E por falar em elegância, como faz falta ao processo eletivo essa atitude tão justa. Não contentes com toda inutilidade de seus cargos, esses parasitas ainda esbanjam poluição, sonora, visual e tal. Nem de Gabeira escutamos um dito sobre a campanha consciente, ecologicamente decente. Aqui pelo Assu as coisas são risíveis, pra não chorar. Carros e mais carros saem pela rua desperdiçando combustível e fazendo barulho, essas festas comício nos finais de semana (sem o Juiz/o!) deixam um rastro de sujeira bem parecido a essas caras. Não é dever da autoridade analisar e compensar seus atos?
O que devemos fazer?
Dá bom exemplo!

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